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Regras Fundamentais para a Preparação de um Bom Café

Antes que alguém se pergunte "mas o que café tem a ver com tecnologia?" Tudo! Você já ouviu falar de um programador que não toma café? Se sim, comece a questionar suas habilidades, pois algo está errado.

Apesar de não ser programador, trabalho com TI, e naturalmente sou viciado em café, porém sou MUITO exigente na preparação do mesmo. Sinceramente eu prefiro não tomar café, ou fazer um novo, quando me deparo com uma preparação mal feita.

Apoiado pelos grandes amigos www.pontodoscafés.com.br / www.sindicafesp.com.br / e CPC Centro de Preparação de Café, disponibilizo abaixo a forma CORRETA de se fazer café. Se você é da área de TI e o café da sua turma deixa a desejar, não deixe de mostrar isto a eles. Atenção para as partes destacadas em negrito!


REGRAS FUNDAMENTAIS DE UMA BOA PREPARAÇÃO

 

  1. Use a medida correta. Utilize de 80 a 100 gramas de pó (aproximadamente 5 a 6 colheres de sopa) para 1 litro de água. Se a bebida resultar sem sabor, aumente a quantidade de café. Se ela ficar amarga, áspera ou desagradável, diminua o tempo de contato da água com o café, diminuindo a quantidade do pó. A água utilizada deve ser apenas aquecida - não pode ferver, pois a perda de oxigênio altera a acidez do café. A temperatura ideal de preparo é próxima dos 90°C.

  2. Despeje a água sobre o pó, umedecendo-o todo. Comece molhando o pó de café das beiradas para o centro do coador/filtro. Em seguida, despeje a água lentamente (em fio) bem no centro do filtro, sem misturar com o café esgotado, que deverá se acumular nas bordas do filtro. Quanto mais lentamente despejar a água, mais escuro resultará o café. Entretanto não exceda 4 minutos, para que a extração excessiva não torne o café amargo.

  3. Pelo pó de café deve passar somente água quente, jamais a bebida. A recirculação torna a bebida muito amarga, áspera e desagradável. O café usado (café esgotado, borra) é o pior inimigo do sabor, aroma, da cafeteira e da sua saúde. Jogue-o fora. Nunca o reutilize, sequer misturando-o ao café fresco. Para garantir a qualidade ideal, o café já usado e a bebida preparada devem ficar sempre separados. Deguste com prazer uma bebida fresca, um café preparado na hora, ou o mais recente possível. A característica da bebida café é a de ir deteriorando-se lentamente e, por isso, um café preparado há mais tempo não tem o mesmo sabor agradável de um café fresco. Beba o café em xícaras de porcelana. O sabor fica destacado e a temperatura constante. No caso do uso de garrafas térmicas, estas devem ser muito limpas e de uso exclusivo do café. Nunca prepare ou armazene a bebida já adoçada porque se formará uma crosta de caramelo de mau sabor nas paredes do recipiente.

  4. Quanto melhor o café, maior é a extração e melhor o sabor da bebida. Veja a data de fabricação do café. Café recém torrado tem mais sabor. O café moído se deteriora facilmente em função do ar, da umidade, do calor, do tempo e do contato com odores estranhos. Por isso ele deve ficar acondicionado sempre distante desses riscos. Guarde o café não utilizado em um recipiente com boa vedação, na geladeira. A água utilizada deve ser pura e limpa. Utilize sempre água filtrada ou mineral na preparação do café. Prepare somente a quantidade de bebida que vai ser consumida imediatamente ou, no máximo, durante a hora seguinte.

  5. Utilize cafés com moagem média ou fina. O filtro de papel deve ter o mesmo tamanho e forma do porta-filtros. Coloque o pó no filtro, espalhando-o uniformemente. Não compacte, nem aperte a camada de café, e não deixe acumular no fundo do filtro. Para um café bem quente, escalde o bule ou garrafa térmica pouco antes de fazer o café. Jogue fora o filtro e o café já usados. Não passe a bebida novamente pelo café esgotado porque ela ficará amarga e com sabor desagradável. A preparação em cafeteiras elétricas utiliza o mesmo tipo de café e as mesmas medidas. Para fazer quantidades grandes (mais que 12 xícaras pequenas), o longo tempo de preparo pode resultar em sabor amargo. Se isto ocorrer, faça menos xícaras por vez.

Café

Configurar Jumplist (Itens Frequentes) do Windows

JumpLists

Isso é chato, certo?

Segue Script em AutoIt para desabilitar (ou editar essas JumpLists chatas.

Global $value = InputBox("JumpLists Edit Tool", "Qual o valor que deseja atribuir à JumpLists? (0 para desabilitar, Max = 30)", "0")
If $value > "30" then Exit
If $value = "" then Exit
If MsgBox(36, "Atenção", "Deseja aplicar o valor " & $value & " às JumpLists?") = 6 Then
 RegWrite("HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Advanced", & _
"Start_JumpListItems","REG_DWORD", $value)
else
 exit
endif

JumpLists2

:)

- David

Return OS - AutoIT

local $avArray[8][2] = [ _
 ["WIN_2008R2", "Windows Server 2008 R2"], _
 ["WIN_2000", "Windows 2000"], _
 ["WIN_XPe", "Windows XPe"], _
 ["WIN_XP", "Windows XP"], _
 ["WIN_2003", "Windows Server 2003"], _
 ["WIN_VISTA", "Windows Vista"], _
 ["WIN_2008", "Windows Server 2008"], _
 ["WIN_7", "Windows 7"]]

$sSearch = @OSVersion
$sColumn = 0

$iIndex = _ArraySearch($avArray, $sSearch, 0, 0, 0, 1, 1, $sColumn)

MsgBox(0, "Array", "Seu sistema é o "& $avArray[$iIndex][1] & ".")

AutoIT - Função para validar senha no AD

Ao invés de usar um código gigante como eu estava usando antes, existe uma forma melhor de efetuar verificações de senhas de administrador junto ao AD, e sem necessidade de envolver o LDAP!

Func CheckAdmin($sUser, $sPwd, $sDom)
 RunAs($sUser, $sDom, $sPWD, 0, @SystemDir & "\rundll32.exe", @SystemDir, @SW_HIDE)
 If @error Then
 Return False
 Else
 Return True
 EndIf
EndFunc

 

Simples :)

Linux: Desativar CTRL+ALT+DEL para reiniciar o Servidor

Uma coisa que já deveria vir como padrão: sistemas operacionais para servidores não podiam ser reiniciados com um simples CTRL+ALT+DEL. Não faz sentido isto vir ativado, mas...

Para desativar este recurso indesejado é necessário acessar o arquivo /etc/inittab e comentar a linha abaixo:

#ca::ctrlaltdel:/sbin/shutdown -t3 -r now


- David

Shell Script - Converter Timestamp do Log do Squid para Humanos

O Squid gera uns logs de acesso com tempos baseados em segundos passados a partir do dia 01/01/1970. Como podemos imaginar, um número como "1349781201.981" não significa nada para humanos, e até mesmo para algumas máquinas!

Para melhor troubleshooting, segue um script que converte os timestamps de

1349781201.981 para Tue, 09 Oct 2012 11:13:21

Bem melhor, certo? Vamos lá então:

Criar um arquivo em /scripts com permissões executáveis com o seguinte conteúdo:

while read stringline
do
time="`echo $stringline|cut -d\. -f1`"
human="`date -d @$time`"
echo $stringline|sed "s/${time}\.[0-9]\+ /$human /"
done


Para converter um log, só é necessário executar o seguinte comando:

cat /var/log/squid/access.log | /scripts/converte.sh > /var/log/squid/HumanAccess.log

Ou para uma parte específica do log

tail -2000 /var/log/squid/access.log | /scripts/converte.sh > /tmp/HumanAccess.log

Etc.

 

- David

Shell Script - Reduzir tamanho de logs do Apache

Este Script tem como função reduzir o tamanho dos logs do apache (ou de qualquer outra aplicação, somente trocando o caminho) para o tanto de linhas que se deseja.

Em média, um log do apache consome 1MB para cada 10000 linhas. Portanto, 30000 linhas talvez sejam mais do que o necessário para fazer qualquer troubleshooting.

Primeiro é necessário criar uma pasta e criar o arquivo onde o script será gerado:

davidlago:/var/log/httpd} mkdir /scripts
davidlago:/var/log/httpd} cd /scripts/
davidlago:/scripts} touch LogSizeCut.sh

Editar o arquivo:

davidlago:/scripts} vim LogSizeCut.sh

Inserir Shell Script:

cd /var/log/httpd
ls -la | grep _log | awk '{print $9}' > /tmp/NewLog.txt
do
tail -30000 $i > swap.txt
cat swap.txt > $i
echo "" > swap.txt
done
rm -rf swap.txt /tmp/NewLog.txt

Dar permissões executáveis ao script:

davidlago:/scripts} chmod +x LogSizeCut.sh

Executar o Script:

davidlago:/scripts} sh LogSizeCut.sh

Checar o resultado :)

 

- David / Mekelburg

SCRIPT - Deletar Arquivos

O Script de deletação de arquivos padrão foi criado com o propósito de substituir todos os outros scripts dedicados a exclusão de arquivos que rodam em outros servidores. Estes Scripts, por serem específicos, dificultam a sua utilização para outros fins, sendo necessário alterar código fonte e re-compilar para cada nova utilização específica.

Com este script, é possível configurar um arquivo .ini, com informações específicas para várias finalidades diferentes, e condições de deletação, etc. É possível informar no arquivo de configuração, o endereço das pastas para serem auditadas, qual o tempo de diferença de modificação em dias, tipo de extensão a ser deletada, exceções, e se será recursivo ou não.

 

LINK PARA DOWNLOAD DO EXECUTÁVEL + INI + CÓDIGO FONTE
Password: davidlago.net

 

1. CONFIGURAÇÃO

 

Configuração do arquivo .ini

Exemplo: Criando um ambiente de teste para deletação. Uma pasta C:\Teste De Deletação de Arquivos\Arquivos, com diversos arquivos com datas de modificação diferentes, e uma pasta com outros arquivos de datas diferentes, para mostrar a execução do script recursivamente.

O arquivo config.ini pode ser editado com qualquer editor de texto, de preferência o Bloco de Notas, ou SciTE.

Na Section “SOURCES” configuramos a pasta que será auditada (C:\Teste De Deletação de Arquivos\Arquivos),
e os seus parâmetros, seguindo a ordem e sintaxe exemplificada na primeira linha:

ENDEREÇO DA PASTA = *.ext ; DiasDeIdade ; Recursivo (Y-S/N)

Por exemplo, está configurado logo acima para auditar a pasta “C:\Teste De Deletação de Arquivos\Arquivos”, Verificando todos os tipos de extensões de arquivos, Deletando somente os que possuem mais de 1200 dias, e não verificando dentro das subpastas (não recursivo). A Section “LOG”, tem a configuração do nome do log de execução e o log de erro a ser gerado. Logo abaixo temos o configurador de Validade do Log. Na pasta de LOGs é feito uma verificação da data de criação dos mesmos, e estes são deletados quando este tempo se excede.

Na Section “ALERTA” é configurado os dados para envio do e-mail em caso de eventos inesperados, com os campos de Enviar De, Enviar para, Assunto do e-mail respectivamente.

Na Section “TENTATIVAS” é configurado o número de tentativas de execução do Script para efetuar a deletação de um determinado arquivo que apresentou Log de erro. O Padrão é 0.

Na Section “MANUTENCAO” é configurado um período de pausa no Script onde ele não vai executar, e caso seja executado manualmente, enviará um e-mail para o solicitante informando que o Script “NomeDoScript” está em Manutenção desde “Data de Início” e a previsão de normalização será em “DataFim”... Etc.

 

OBS: O que for digitado nos campos de ManutencaoInic e ManutencaoFim Fará com que o programa interprete que existe uma Manutenção em andamento, e enviará o e-mail utilizando estes campos como variável. Na Section “EXCECOES” é configurado uma determinada pasta dentro da pasta auditada que será ignorada pelo Script.

 

2. EXECUÇÃO

Executando o Script com dois cliques, analisamos o resultado:

Percebemos então, que os arquivos com datas de modificação mais antigas que o ano de 2007 foram excluídos. A pasta “Pasta para teste Recusivo”, não foi verificada pois não foi configurada para isso.

Continuando com uma configuração diferente:

OBS: O arquivo “Fevereiro.doc” está aberto para edição no MS Word no momento da execução

 

Observe que todos os arquivos com data de modificação mais antigo que 6 dias foram excluídos, e na subpasta aconteceu a mesma coisa. Porém, o arquivo “Fevereiro.doc” que estava aberto no momento da execução não foi excluído.

Existe uma pasta dentro da pasta de execução do Script chamada “LOG”. Esta pasta contém todos os LOGs de deletação e de erro ao deletar arquivos.

 

As duas execuções do Script geraram 1 Log de deletação com formato “ANO/Mês/Dia_HoraMinuto” e na primeira, e um LOG de deletação + 1 LOG de erro na segunda, o LOG de erro faz referência ao arquivo “Fevereiro.doc”, que estava aberto.

 

LINK PARA DOWNLOAD DO EXECUTÁVEL + INI + CÓDIGO FONTE
Password: davidlago.net

- DavidLago

RSS Feeds - Um ótimo meio de ler notícias



1. O que é RSS?

Segundo a Infowester (infowester.com), “RSS é um recurso desenvolvido em XML que permite aos responsáveis por sites e blogs divulgarem notícias ou novidades destes. Para isso, o link e o resumo daquela notícia (ou a notícia na íntegra) é armazenado em um arquivo de extensão .xml, .rss ou .rdf (é possível que existam outras extensões). Esse arquivo é conhecido como feed, feed RSS. O interessado em obter as notícias ou as novidades deve incluir o link do feed do site que deseja acompanhar em um programa leitor de RSS (também chamado de agregador). Esse software (ou serviço, se for um site) tem a função de ler o conteúdo dos feeds que indexa e mostrá-lo em sua interface.” Ou seja, se trata de uma forma nova de distribuir notícias pela internet, onde você não precisa visitar todos os seus sites favoritos para saber o que eles publicaram, pois um script o avisa toda vez que uma nova informação for publicada. Útil, não?


2. Como encontrar RSS Feeds válidos:


A grande maioria dos sites de notícia, sites pessoais e até mesmo blogs hosters, como o blogspot e o wordpress trabalham com RSS Feed Sheets. Não é difícil encontrar seus Feeds para implementação: Vou exemplificar:

Vamos ver o site da Folha.com/tec: (http://www1.folha.uol.com.br) Ao acessar o site, vamos escolher uma notícia qualquer:



Observe que no canto direito superior, temos o ícone do RSS Feed disponível. Clique nele:

Note que você foi redirecionado para uma página com extensão .xml. Pronto. É tudo que precisamos. O script do RSS Feed que coletará as notícias está neste .xml. Você utilizará ele para configurar seu agregador. As extensões para RSS Feed disponíveis para a versão 2.0 do recurso são .xml, .rss e .rdf.

Outro exemplo com .rss:

No site da ComputerWorld, temos vários tipos de RSS divididos entre várias categorias (INCLUSIVE GESTÃO DE TI!):

Vamos clicar em Gestão, por exemplo:

Fui redirecionado para uma página com extensão .rss. Para implementar este feed, só precisarei deste endereço acima.


3. Como receber e ler os RSS Feeds?



Existem várias maneiras de configurar um centro de recebimento de RSS Feeds (agregador), As mais usadas são:

  • Um Agregador nativo: Como QuickRSS (http://sourceforge.net/projects/rssclient) ou RSSInt (http://www.tch.com.br/pt_br/download/34/baixar/RssRInst.exe). Só é necessário baixar, instalar, e configurar o RSS desejado.
  • Um terceiro como RSS Read, Chrome Reader, Ou Google Reader: É simples. O Google Reader por exemplo, é auto explicativo. So entrar no site http://reader.google.com e seguir os passos.
  • O seu client de e-mail. Thunderbird, MMail, Outlook, etc.: Qualquer bom e-mail Client que se preze, tem uma função para coletar RSS Feeds pela WEB. No Outlook, por exemplo, é bem simples: Vou exemplificar no Microsoft Outlook 2010, com o Feed do Folha TEC:


Procedimento:

  1. Copie o endereço daquele .xml acima para inplementá-lo no MS Outlook 2010.
  2. Abra o Outlook 2010, encontre o item de RSS Feed e clique com o botão direito, logo após, clique em “Adicionar novo RSS Feed”:
  3. Preencha a tela abaixo com o seu .xml Feed, e clique em “Adicionar”, e depois confirme a adição.
  4. Espere a coleta (bem rápida, pois se tratam de poucos KB de dados a ser transferidos) e aprecie!


Observem a MESMA notícia que utilizei como exemplo na lista abaixo: